Dravim
Foi bom, foi realmente muito bom…
Houve de tudo… chuva, muita chuva… sol, pouco mas bom e depois, depois tudo o resto que era esperado e aguardado bem controlado por situações completamente hilariantes e surpreendentes…
Tivemos trabalho, muito trabalho… subimos e descemos à aldeia, subimos e descemos a aldeia 5… mil…milhões de vezes.
Tivemos alegria, muita alegria… tivemos amigos dos quais já tínhamos saudades e criámos amigos que já deixaram saudades…
Tivemos festa, muita festa… até tivemos cabeça quase abertas e cóccix fracturados (ainda não sabemos, mas que o menino andava com dores, andava).
Tivemos… tivemos tudo…aquela aldeia isolada oferece-nos tudo… simples e originalmente tudo… noites mal dormidas, dias longos e completamente desgastantes… companhia, bela companhia… o arraial foi muito… molhado, e acabou com o “xixi cama” (leia-se “xixi cama”como 4 tresloucados, eu o Mike Bibi, o Malone e o Vitto Berlusconni a aquecer o sono com uma garrafa e meia de Beirão e um tintinho reserva da adega de Mangualde)… sei que a certa altura já não nos chovia em cima, mas continuava a cair água em todo o lado.
Foi um fim-de-semana bom, foi memorável… com aqueles três a festa é garantida…
E a cereja no topo do bolo acabou por ser inesperadamente a eucaristia… um padre que pouco mais velho era que todos nós, que provavelmente seria o gajo mais tresloucado que andava ali no meio daquelas 300 pessoas que habitaram aquela aldeia isolada e deserta… e que numa simples homilia usou sem sombra para dúvida as palavras GAJA e GAJO umas 500 vezes!
Foi… foi um fim-de-semana diferente, igual em muitos aspectos a outros que por ali já se viveram, vivi… 2 dias e meio que de certeza mudaram o rosto de 300 de nós, de todos que lá estavam… conseguimos dar CÔR!!!
Na subida de regresso a casa…um último olhar… um até já à Drave…e um até para o ano Dravim!!!

